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Rei dos Jaús

Imagine há 2000 anos atrás quando apareceu um cara conhecido também por J. C., esse nosso conhecido e popularíssimo homem histórico, que sabemos não ser um esbelto homem de olhos azuis e cabelos cor de mel, possivelmente esse camarada bateu em muitas portas recebendo muitos nãos.
O tempo histórico é diferentemente conhecido por nós historiadores, principalmente para os cientistas da história e da cronologia do tempo. Isso significa que Jesus Cristo biblicamente escrevendo, chegou aos 33 anos quando o crucificaram, e, até então tinha 12 apóstolos ou discípulos seguidores, que dentre esses 12 havia sua esposa e até quem sabe mais algumas mulheres, afinal de contas esse Cristo não era um grossão que achava as mulheres inferiores ou menos capazes, ou vocês entendem que aquela pintura da santa ceia é o legítimo clube do bolinha onde mulheres não entram?
Esse meu escrito não tem nada a ver com religião ou credo, apenas quero fazer um confronto histórico entre os dois "JC", ambos "J", ambos "C", só que com 2000 anos de distância.
A diferença é que Cristo ao ser pregado na cruz teve no alto dela a inscrição INRI (Jesus Nazareno Rei dos Judeus) e se nós pregássemos na cruz nosso amigo João Carlos, teríamos que colocar a seguinte inscrição: JCPJ (João Carlos Pescador de Jaú). Risos... brincadeiras à parte... vamos escrever sério. Tem um homem... esse mesmo JCPJ, que não anda sobre as águas, mas as defende no solo brasileiro.
Esse mesmo JCPJ não diz: “lancem suas redes”, mas diz: lancem seus anzóis (sem farpas é claro).
Esse mesmo JCPJ não faz o milagre da multiplicação dos peixes para servir de alimento, mas faz o milagre da devolução dos mesmos ainda vivos para o rio, para que se multipliquem sim, vivos, no rio, e gere sustentabilidade a muitos de seus seguidores e irmãos.
Esse mesmo JCPJ não diz “vinde a mim as criancinhas”, mas diz vinde todos, de mamando a caducando, ao APA e sedes felizes no reino preservado da adrenalina.
Esse mesmo JCPJ, de baixa estatura, pele queimada, falante, divertido e conhecedor de seus princípios, sim, esse que enfrenta alguns Pilatos e Caifás e tantos outros do nosso tempo, que conseguem ser ainda piores.
Igualzinho ao político Jesus Cristo é nosso amigo João Carlos Pescador de Jaú.
Vocês devem estar pensando: esses caras estão endeusando o JCPJ... não... não estamos... sabem por quê?
Por que para nós, Jesus Cristo não é Deus e sim um filho dele assim como nós.
Vamos desmistificar esse Cristo:
Jesus Cristo foi um homem como outro qualquer de seu tempo, casou, teve filhos, amigos, inimigos e tudo que se pode imaginar humanamente normal. Cristo foi um notável político influente em sua época, falava bem e conhecia os elementos da natureza que o ajudava a curar os doentes.
Jesus viajava muito e levava consigo o desejo de unificar o mundo, de realizar o sonho do comunismo onde todos vivessem em igualdade social.
Jesus viveu e fez tudo que podia fazer em seu tempo, sozinho não teria feito nada... necessitou de companheiros e seguidores que muitas vezes achavam que estavam fazendo uma loucura em carregar a mesma bandeira que esse Cristo que pagou caro por acreditar em um mundo melhor.
Agora entra em cena o JCRJ (João Carlos Rei dos Jaús).
Temos em nosso tempo um homem que anda no seu camelo Pálio 1.0, levando a mensagem de preservação, não usa uma vestimenta em forma de vestido, mas usa um chapéu que dá marca registrada, o qual respeitosamente coloca ao peito ao falar com o próximo.
Se parece muito com aquele de 2000 anos atrás, é político, culto, por sinal enfermeiro também, e, também é um pescador de homens.
Vive em uma era capitalista que o obriga a subsistir com trabalho anexo às intenções. Tem seguidores e companheiros, onde podemos citar por exemplo Santa Elzinha, Santa Izaltina, São Marco Andrei, São Fernando de Murtinho... Bem, perdoem-me os apóstolos e seguidores não citados que devem ser muitos. Espero que repitam o feito de pregarem de dois a dois pelo mundo e principalmente nesse Brasil tão necessitado. Coincidência ou não, até nos barcos o ideal é ir em duplas.
Nosso histórico Jesus Cristo tinha problemas e o tempo nos mostrou isso, embora tenha ficado as boas lembranças e ensinamentos.
Podemos agir assim com nosso atual homem histórico e amigo João Carlos, sabemos que devido as suas ações e trabalhos encontra e encontrará problemas, e como o diferencial aqui é a causa desse nosso amigo, então temos que apoiar.
Se quisermos marcar esse nosso tempo e sermos lembrados, não somente por homens que não nos conheceram, mas principalmente pelos nossos filhos, é hora de assumir uma postura.
Na história da humanidade pós Cristo não existe meio termo, ou se está com ele nos princípios e pensamentos ou... se está contra ele.
Amigos pescadores, quando esse Cristo da pesca bater em suas portas, abram vossos corações. Felizes nós que temos uma causa nobre para lutar, isso nos dá vida. Acredito que ao chegar aos 90 anos de idade será melhor lembrar de nossas loucuras ao invés de nos arrependermos por ter nos faltado coragem de defender causas em favor da humanidade.
Vamos torcer e ajudar para que esse JC não seja crucificado, e em particular quero que ele fique milionário, pois com o tamanho do coração deste cristão, tenho a certeza de uma boa aplicação desta fortuna. Espero que não sigamos o exemplo de Judas que o traiu, nem de São Pedro que o negou e nem esperarmos estar mortos para acreditar, o tempo é agora.
Abraço do Pescador de Palometa de Concórdia.

Mauro Pasqualon

12.03.2013

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